
...disseste tu no fim do jantar.
a minha tentativa de falar foi contida com os teus labios nos meus.
«deixa-te estar assim... em silencio e de olhos fechados!»
Ouvi os teus passos a afastarem-se...
e o som dos mesmos a aproximarem-se de mim.
Senti a tua respiração no meu pescoço...
A tua lingua na minha orelha...
Soltei uma gargalhada
«shiuuu... não fales!»
Acenei com a cabeça...
senti as tuas mãos a prcorrem o meu corpo...
a ponta dos teus dedos a tocar nos meus mamilos...
tentei virar-me... mas o teu corpo não me deixou mover...
senti que tinhas algo na mão...
algo macio e fresco.
Colocaste-me por fim a venda e segredaste:
«hoje sou eu que mando!»