sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Temporal


É quando oiço a tempestade
a bater na vidraça que mais sinto a tua ausência.
É quando sinto a força das ondas
que fazem tremer as rochas por baixo dos meus pés
que mais me faz falta o calor dos teus braços.
É quando o vento desalinha o meu cabelo
e recordo o afago da tua mão na minha cabeça
Ao abrir os olhos vejo que o frio passou
o arco iris sorri
o sol abraça-me o corpo
as parcas gotas de agua beijam-me a pele
É tempo de voltar à ti.

1 comentário:

Luís Faustino disse...

Já não existe tempo... Esfumou-se...