
O seu olhar era doce… as suas palavras mais doces eram…
mas nos seus gestos notava-se uma inquietação…
um conjunto de perguntas sem respostas… ela própria não conseguia formular as perguntas…
olhava o mundo pela lente…
e procurava peças (suas) nos fragmentos de imagens que captava.
tentava escrever o que a perturbava…
contudo na beleza da escrita, perdia ela própria significado.
O que resultava eram mais questões silenciosas… sem aparente solução.
Sentia um vazio no meio da multidão… dizia que amava… mas que o amor não a entendia.
A sua paixão estava sempre presa ao irreal…
Afinal acreditava no amor eterno… nos contos de fadas… mesmo sendo só histórias para crianças.
Sofia era uma mulher como outra qualquer… mas o seu mundo de fantasia deixava-a na permanente infelicidade do sonho.
mas nos seus gestos notava-se uma inquietação…
um conjunto de perguntas sem respostas… ela própria não conseguia formular as perguntas…
olhava o mundo pela lente…
e procurava peças (suas) nos fragmentos de imagens que captava.
tentava escrever o que a perturbava…
contudo na beleza da escrita, perdia ela própria significado.
O que resultava eram mais questões silenciosas… sem aparente solução.
Sentia um vazio no meio da multidão… dizia que amava… mas que o amor não a entendia.
A sua paixão estava sempre presa ao irreal…
Afinal acreditava no amor eterno… nos contos de fadas… mesmo sendo só histórias para crianças.
Sofia era uma mulher como outra qualquer… mas o seu mundo de fantasia deixava-a na permanente infelicidade do sonho.